Guia de Cidades
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História
Tudo começou em 1830, quando D. Pedro I adquiriu a fazenda do Córrego Seco para construir uma residência na Serra, onde a Família Imperial pudesse escapar dos sufocantes verões da Quinta da Boa Vista.

Na Europa do século XIX, palácios especialmente construídos e vilas em locais privilegiados surgiram para marcar uma tendência que, partindo da nobreza europeia, chegaria mais tarde aos plebeus como um direito adquirido: as férias. Para o veraneio (ou “vilegiatura”, como se chamava então), os czares russos tinham a sofisticada São Petersburgo, assim como os reis da França, o Palácio de Versailles.

Dessa forma, no jovem Império brasileiro, os nobres também esperavam poder se dedicar, por alguns meses no ano, a um modo de vida mais descontraído, com altas doses de arte, diversão e contato com a natureza. Contudo, vários cidadãos respeitáveis da Corte torciam o nariz para esse projeto. Diziam que D. Pedro I escolhera mal. Tudo o que existia em Córrego Seco, rebatizada de Imperial Fazenda da Concórdia, era uma vila de passagem que mal podia oferecer o mínimo aos homens e cavalos que cruzavam as poucas ruas poeirentas, a caminho de Minas Gerais.

Para piorar a situação, o lugar destinado a abrigar o centro da cidade era pouco mais que um pântano, coalhado de insetos e sujeito aos caprichos de rios que, com frequência, escapavam dos leitos. Alguns ainda apostavam no empreendimento (dentre eles, o filho do Imperador, o menino Pedro, acostumado a temporadas inesquecíveis na fazenda vizinha, do Padre Corrêa). No entanto, em 1831, as reviravoltas da política levaram D. Pedro I a abdicar do trono e voltar para Portugal. O futuro D. Pedro II, príncipe criança, ficou para trás preparando-se para governar um país gigantesco, até então controlado por confusas regências.

Durante mais de 12 anos tudo parecia indicar que o projeto “Povoação – Cidade de Petrópolis” acabaria esquecido para sempre numa das gavetas de seu idealizador, o Mordomo Imperial Paulo Barbosa. Quem poderia retirar a Fazenda Imperial do esquecimento e torná-la mais do que uma simples vila de passagem, sempre coberta pela neblina? Para tal realização surgiu um homem acostumado a realizar obras em situações adversas que muitos consideravam impossíveis, o engenheiro militar Júlio Frederico Koeler.

Nascido no Grão-Ducado de Hesse-Darmstadt e naturalizado brasileiro, Koeler era um engenheiro militar. Em 1837, construiu vários trechos da Estrada Normal da Serra da Estrela e da Estrada do Itamaraty, sem utilizar mão-de-obra escrava. Para tanto, convenceu um grupo de colonos germânicos que aportara no Rio de Janeiro - e que estava insatisfeito com o tratamento recebido no navio Justine - a ficar no Brasil, desistindo de imigrar para a Austrália.

Convencido de que aquele era o homem mais indicado para edificar, do nada, a sua cidade, D. Pedro II assinou, em 16 de março de 1843, o decreto 155, pelo qual arrendava a Koeler a Imperial Fazenda da Concórdia, ex-Córrego Seco, com a condição de que ele edificasse, não apenas o povoado, mas também o Palácio de Verão, uma igreja e um cemitério.

Recordando-se da experiência bem sucedida com os colonos do Justine, Koeler trouxe cerca de dois mil colonos germânicos para Petrópolis ao longo do ano de 1845 e cumpriu sua promessa. De seu empenho emergiu a Petrópolis Imperial, primeira cidade planejada da América Latina, com seus rios domados e contornados por jardins, pelo seu palácio, pelos casarões, pelas praças e pelos recantos privilegiados.

A partir disso, o destino estava traçado. A menina dos olhos do Imperador estava fadada a uma vocação grandiosa. Um encanto que ainda se renova para os visitantes – e para aqueles que têm o privilégio de viver aqui.

Fonte: Fundação de Cultura e Turismo de Petrópolis
Cultura e Lazer
CASA DA IPIRANGA - MANSÃO TAVARES GUERRA
Casa, em estilo eclético, construída em 1884, por José Tavares Guerra.

Parte do material utilizado na decoração do interior do imóvel foi importado da França, da Itália e da Inglaterra, como as maçanetas e dobradiças de bronze, as lareiras de mármore de Carrara, os lustres e os apliques da Fundição Barbedienne encimados por cristais Baccarat, assim como os espelhos que cobrem parte das paredes do salão.

As pinturas dos tetos são obra do pintor alemão Schaeffer e do pintor italiano Dall Ara

Nos jardins, de autoria do paisagista francês August Glaziou, encontram-se estábulos com baias de ferro fundido, junto a um grande relógio de torre, considerado o mais antigo da cidade. Na construção participou o engenheiro e entalhista alemão Karl Spangenberger, famoso por suas bengalas.

O visitante atento pode observar que não há simetria nos elementos arquitetônicos da fachada.

Acervo composto por:
pinturas, murais, mobiliário, utensílios
Atividades técnicas complementares:
centro cultural

Observações complementares:
A casa possui programação de concertos musicais, peças de teatros, exposições, entre outras atividades. Na antiga cocheira funciona o restaurante Bordeaux. Estudantes e visitantes acima de 65 anos pagam meia entrada e crianças até 7 anos têm entrada livre.
Endereço:
Avenida Ipiranga, 716 - Centro
Telefone:
(24) 2231-8718 - (24) 99249-3319
MUSEU CASA DE SANTOS DUMONT
Idealizada em seus detalhes criativos pelo próprio Santos Dumont em 1918, com projeto arquitetônico do Engenheiro Eduardo Pederneiras. Utilizada como casa de veraneio até 1932, data do seu falecimento. Em terreno íngreme, apresenta soluções inovadoras que refletem a inventividade do pai da aviação. Sob a forma de um chalé, assemelha-se a um loft; possui três pavimentos: o primeiro era uma oficina, o segundo, o espaço social e o terceiro, quarto e banheiro. A escada de acesso, com meios degraus, obriga as pessoas a iniciar sua subida sempre com o pé direito. Móveis fixos e o chuveiro a álcool, são criação do inventor. Em 1936, a casa, seu mobiliário e objetos de uso do Santos Dumont foram doados à Prefeitura de Petrópolis pelos familiares do inventor. Em 1956, foi criado o "Museu Santos Dumont". Em 1992 o prédio foi revitalizado e restaurado. Possui a média mensal de 9.000 visitantes.

Acervo composto por:
livros, luminária, objetos de porcelana, mobiliário, utensílios, livros raros, fotografia, vestuário e acessórios

Atividades técnicas complementares:
museu

Observações complementares:
Crianças até 6 anos e pessoas maiores de 65 anos tem acesso livre.
Endereço:
Rua do Encanto, 22 - Centro
Telefone:
(24) 2247-5222
MUSEU IMPERIAL
O Museu Imperial, popularmente conhecido como Palácio Imperial, é um museu histórico-temático localizado no centro histórico da cidade de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, no Brasil
Endereço:
Rua da Imperatriz, 220 - Centro, Petrópolis - RJ, 25610-320
Telefone:
(24) 2233-0300
PARQUE NACIONAL DA SERRA DOS ÓRGÃOS
O Parque Nacional da Serra dos Órgãos é um dos melhores locais do país para a prática de esportes de montanha, como escalada, caminhada, rapel e outros; além de ter fantásticas cachoeiras.

O Parque tem a maior rede de trilhas do Brasil. São mais de 130 quilômetros de trilhas em todos os níveis de dificuldade: desde a trilha suspensa, acessível até a cadeirantes, até a pesada Travessia Petrópolis-Teresópolis, com 30 Km de subidas e descidas pela parte alta das montanhas.

Entre as escaladas destacam-se o Dedo de Deus, considerado o marco inicial da escalada no país, e a Agulha do Diabo, escolhida uma das 15 melhores escaladas em rocha do mundo.

O parque possui condutores de visitantes aprovados pela Associação de Guias, Instrutores e Profissionais de Escala do Estado do Rio de Janeiro - AGUIPERJ.

Fonte: http://www4.icmbio.gov.br/parnaso/

Principal curso d’água: Rio Bonfim,

Principais quedas d’água: Cachoeira Véu da Noiva e Poço Paraíso,

Principais trilhas: Travessia Petrópolis-Teresópolis e Trilha ao Morro do Açu.,

Principais formações rochosas: Morro do Açu, Pico da Glória e Gruta do Presidente
Endereço:
Estrada do Bonfim, S/Nº - Bonfim
Telefone:
(21) 2152-1100 - (24) 2236-0475
PRÉDIO DA CATEDRAL SÃO PEDRO DE ALCÂNTARA
Em estilo neogótico francês, é uma obra monumental que consumiu a dedicação de gerações de artífices, engenheiros e artesãos. A porta de entrada, metalizada, foi executada pela escola de Aprendizes de São Paulo segundo desenho de Glash Veiga: cada folha pesa nada menos que 2.400 kg.

Na balaustrada, que abriga o coro, um dos maiores da América Latina, com 2.227 tubos, 33 registros e três teclados manuais.

Da torre é possível apreciar os cinco sinos de bronze, fundidos em Passau, na Alemanha, que pesam, em conjunto, nove toneladas. O maior deles, o “S. Pedro de Alcântara”, pesa quatro toneladas e tem uma vibração particularmente preciosa, que alcança 200 segundos.

A nave de mais de 70m de extensão, com quase 20m de altura na abóbada central, está repleta de obras de arte dignas de cuidadosa apreciação. O corpo original da construção foi executado em pedra aparelhada, com cantaria em granito. A cruz central, de granito negro, coroa o altar em bronze patinado, ônix e mármore Chiampo Pérola. É ali que estão guardadas as relíquias de três Santos Mártires – Santa Tecla, São Magno e Santa Aurélia – trazidas de Roma pelo Cardeal D. Sebastião Leme. O Cristo e os dois anjos que o ladeiam são de bronze, assim como as armas do Império do Brasil, que estão no paleoto. Sobre o altar, a inscrição “Et In Terra Pax”.

O batistério preserva a memória da primeira igreja da povoação, através da pia batismal transferida para o novo endereço, antes da demolição.

Um capítulo a parte são os vitrais, executados por Champneulle (Paris, de 1928 a 1932) e por S. Sargenicht, de São Paulo, com seus recortes de luz e cor.

Pela nave, em forma de ogiva e sustentada por colunas, entre as quais estão dispostas as “Estações da Via Sacra” assinadas por G. Berner e que vieram de Paris, em 1928.

Muitas esculturas em mármore de Carrara, com destaque para a de 2,80m de altura que representa o padroeiro,obra do escultor francês Jean Magrou, também são de sua autoria as imagens da Sagrada Família e de Cristo, dos altares laterais, e o conjunto de quase três toneladas com as imagens jacentes do Imperador Pedro II e da Imperatriz Teresa Cristina. O mausoléu foi inaugurado por Getúlio Vargas em 1939, após o traslado dos restos mortais dos imperadores que estavam, desde 1921, na Catedral Metropolitana, no Rio de Janeiro. Lateralmente e ao fundo, no mesmo local, estão as imagens jacentes da Princesa Isabel e do Conde D´Eu.


Observações complementares:
A entrada até a capela é gratuita, já para chegar à torre é cobrado uma taxa de R$8,00, havendo meia tarifa para estudantes de escolas privadas e idosos de 60 a 64 anos. Gratuito para estudantes de instituições públicas de ensino e maiores de 65 anos.

Os moradores da cidade tem direito a entrada gratuita às quartas-feiras e no terceiro domingo do mês (mediante à apresentação de RG e comprovante de residência). Horário de visitação da torre: De terça-feira a sábado das 10h às 17h. Capacidade para 15 visitantes por vez.
Endereço:
Rua São Pedro de Alcântara, 60 - Centro
Telefone:
(24) 2242-4300
PRÉDIO DO MUSEU CASA DO COLONO
Trata-se de uma casa simples, de paredes de pau-a-pique que pertenceu à família Sutter. Os cômodos que chamam mais atenção são a oficina e a cozinha com seu fogão a lenha, o batedor de manteiga, as fôrmas para a feitura do famoso pão alemão, a máquina manual para fazer chucrute, entre outras preciosidades. A construção data de 1847 e foi erigida no então Caminho Colonial (atual Rua Cristóvão Colombo), por Johan Gottlieb Kaiser.

Transformada em Museu em 1976, a Casa nos remete à adaptação vivida pelo imigrante para viver em terras brasileiras. As casas rurais típicas da Germânia eram normalmente construídas ao redor de um fogão central, utilizado não apenas para cozinhar, mas também para aquecer, no rigoroso inverno europeu. No Brasil, há uma separação nítida entre casa, cozinha e banheiro.

Acervo composto por:
esculturas, pinturas, livros, arte sacra, murais, mobiliário, utensílios, livros raros, fotografia, fonográfico, vestuário e acessórios

Atividades técnicas complementares:
museu

Observações complementares:
Localizada no Quarteirão Castelânea - cujo nome faz referência à cidade de Kastellaum na região germânica de Hunsruck, onde se originaram várias famílias que imigraram para Petrópolis - a Casa do Colono guarda, em seu acervo, utensílios domésticos, fotografias e objetos pessoais usados pelos pioneiros que construíram a cidade.
Endereço:
Rua Cristóvão Colombo, 1.034 - Castelânea
Telefone:
(24) 2247-3715
PRÉDIO DO MUSEU IMPERIAL
Construído entre 1845 e 1864, como Palácio Imperial, para ser a residência de verão de D. Pedro II.

Em estilo neoclássico possui um corpo central de dois pavimentos e um terraço sobre o pórtico e duas alas laterias, cada qual com 12 janelas. Na fachada central, figuram as armas do Império. Três arquitetos, além de Júlio Frederico Koeler, autor do projeto original, colaboraram na sua construção: José Cândido Guillobel, Araújo Porto Alegre e José Maria Jacinto Rabelo.

Foi construído com recursos particulares do Imperador nas terras da Fazenda do Córrego Seco, herdadas de seu pai, D. Pedro I que sonhou ali construir seu Palácio de Verão, o Palácio da Concórdia. Seus jardins, planejados pelo botânico Jean Baptiste Binot sob orientação pessoal de D. Pedro II, conservam até hoje suas características originais, com grande variedade de espécies botânicas, estátuas gregas, fontes e repuxos.

Após a Proclamação da República, durante o exílio da família imperial na França, o Palácio foi alugado ao Colégio Notre Dame de Sion (1892-1908) e ao Colégio São Vicente de Paula (1909-1940). Alcindo de Azevedo Sodré, um ex-aluno do Colégio São Vicente de Paula, apaixonado por história, sonhava acordado com a transformação do seu colégio em um museu histórico. Graças a sua intervenção junto ao Presidente Getúlio Vargas foi criado em 16 de março de 1943 o Museu Imperial.

Acervo composto por:
esculturas, pinturas, azulejaria, painéis, livros, periódicos, arte sacra, documentos, murais, vitrais, jóias, luminária, objetos de porcelana, mobiliário, utensílios, livros raros, tapeçaria, fotografia, fonográfico, vestuário e acessórios, armaria, numismática
Atividades técnicas complementares:
arquivo, biblioteca, cinema e vídeo, museu, teatro/anfiteatro, espaço para eventos

Observações complementares:
Dentre suas principais atrações estão a coroa de D. Pedro II, toda em ouro cinzelado, ornamentada com brilhantes e pérolas, a coroa de Pedro I e o cetro em ouro. Destacam-se também os trajes majestáticos do Imperador e o cofre do Príncipe de Joinville, além das salas de visitas da Imperatriz, de jantar, de música, do trono, os quartos de D. Pedro II e D.Teresa Cristina, das princesas Isabel e Leopoldina, a sala das joias, das viaturas e de exposições temporárias.

O Museu Imperial oferece também o espetáculo Som e Luz.

O agendamento de visitas para escolas é feito pelo telefone (24) 2245-7735 e para o Show de Som e Luz pelo telefone (24) 2245-4668. Crianças de até 6 anos e idosos acima de 80 anos tem acesso gratuito.

Quarta-feira e no último domingo do mês, o acesso é gratuito para petropolitanos e moradores da cidade que apresentem identidade e/ou comprovante de residência.
Endereço:
Rua da Imperatriz, 220 - Centro
Telefone:
(24) 2245-5550
PRÉDIO DO PALÁCIO DE CRISTAL
Inspirado no Palácio de Cristal de Londres, representa o período da Revolução Industrial, refletido na arquitetura de ferro e vidro utilizada nos pavilhões. Encomendado pelo Conde D'Eu às oficinas da Sociedade Anônima Saint-Souver Les Arras, na França, abrigou eventos organizados pela Família Imperial, como exposições de flores, frutos e pássaros e bailes prestigiados pela Corte. Nele, num domingo de Páscoa de 1888, a princesa Isabel entregou cartas de alforria aos escravos. No seu entorno acontecem importantes festas do calendário turístico como a Bauernfest – Festa do Colono Alemão e o Natal de Luz.
Endereço:
Rua Alfredo Pachá, s/nº - Centro
Telefone:
(24) 2247-3721
PRÉDIO DO PALÁCIO QUITANDINHA
Construído em 1944 por Joaquim Rolla, com a finalidade de ser o maior Cassino da América do Sul. Segue o estilo normando-francês possuindo 50 mil metros quadrados em seis andares, divididos em 440 apartamentos e 13 grandes salões com até 10m de altura. A Cúpula do Salão Mauá onde funcionava o Cassino é a segunda maior cúpula do mundo com 30m de altura e 50m de diâmetro, provocando um efeito acústico excepcional.

Possui um teatro com palcos giratórios, camarotes e capacidade para 2.000 pessoas, além de amplos salões.

Ao ser proibido o jogo no Brasil, os apartamentos foram vendidos e atualmente apenas o Sesc Rio administra a área social.

Acervo composto por:
luminária, mobiliário

Atividades técnicas complementares:
centro cultural, galeria de exposições, teatro/anfiteatro, espaço para eventos

Observações complementares:
A visitação interna ao Palácio Quitandinha é restrita.
Endereço:
Avenida Joaquim Rolla, 02 - Quitandinha
Telefone:
(24) 2243-8327
RELÓGIO DE FLORES
Desenhado em flores da estação, o relógio marca a passagem das horas com música digital, e é o maior relógio de ponteiros do Brasil.
Endereço:
Rua Barão do Amazonas, s/n° - Centro
TRONO DE FÁTIMA
O Trono de Fátima foi inaugurado em 12 de Outubro de 1947. O idealizador da obra foi o Frei José Pedreira de Castro, que conseguiu levantar o monumento à Virgem mediante donativos populares, festas religiosas, promoções, num trabalho que movimentou toda a comunidade católica de Petrópolis. O projeto arquitetônico é de Heitor da Silva Costa, que tem como sua obra mais famosa o Cristo Redentor do Rio de Janeiro. A imagem de N.S. de Fátima foi esculpida em Pietrasanta, na Itália, pelo escultor Enrico Arrighini. Em mármore branco estatuário, sem veias e sem jaça. Em um plano circular, N. S. é envolvida por sete colunas que representam os dons do Espírito Santo. A forma da rotunda é em estilo clássico, inspirado no Pânteon de Agripa, em Roma.. Sob o monumento, uma cripta de 10 metros de diâmetro abriga uma capela onde ocorrem missas no dia 13 de cada mês em homenagem à Santa. O Trono de Fátima também reserva um espaço para aqueles que buscam a cura e a solução de problemas: a Sala dos Milagres. Lá os fiéis depositam partes do corpo humano em cera, acendem velas e rezam para terem seus pedidos atendidos. Os turistas também contam com uma lanchonete e uma loja de artesanato e produtos religiosos.
Endereço:
Rua Minsenhor Bacelar - Quinta do Sol, s/n° - Valparaíso
Telefone:
(24) 2242-0313
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Reboque Manholi - Cascatinha(24) 2235-7596
UPA 24h Petrópolis I - Centro(24) 2243-6706 - (24) 2246-9132 - (24) 2246-913124 HorasAtendimentos de urgência e emergência em: Clínica médica e Odontologia
UPA 24h Petrópolis II - Cascatinha(24) 2246-8931 - (24) 2246-8933Atendimentos de urgência e emergência em: Clínica médica e Odontologia